Segurança jurídica.
Que expressão bonita, pomposa, que foi cunhada para criar salvaguardas os direitos e os negócios dos investidores/especuladores.
Direito adquirido.
Que expressão asquerosa, que foi cunhada para definir, por exemplo, que uma pessoa que trabalha por longos trinta e cinco anos de sua vida saiba se, como e quando vai se aposentar.
Um verdadeiro absurdo, achar que tem que saber se, como e quando vai se aposentar...
Mas, por óbvio, é límpido, claro e, acima de tudo sagrado o direito de sentir-se seguro a quem investe e especula neste país.
Quem trabalha não precisa de segurança jurídica.
Nem de aposentadoria.
Nem de nada.
Só precisa trabalhar.
Quem investe,
Quem faz o país crescer (porque, de certo, trabalhador não faz o país crecer...)
Precisa de segurança jurídica
Precisa de direito adquirido
Sobre tudo e sobre todos.
Segurança jurídica e direito adquirido...
Não, não são a mesma coisa!
O primeiro, deve ser consolidado.
O segundo, extinto.
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