sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Segurança jurídica e direito adquirido ou pimenta é colírio nos olhos dos outros

Segurança jurídica.

Que expressão bonita, pomposa, que foi cunhada para criar salvaguardas aos direitos e aos negócios dos investidores/especuladores.

Direito adquirido.

Que expressão asquerosa, que foi cunhada para definir, por exemplo, que uma pessoa que trabalha por longos trinta e cinco anos de sua vida saiba se, como e quando vai se aposentar.

Um verdadeiro absurdo achar que alguém tem que saber se, como e quando vai se aposentar...

Mas é límpido, claro e, acima de tudo, sagrado o direito de quem investe e especula neste país de sentir-se seguro.

Quem trabalha não precisa de segurança jurídica.
Nem de aposentadoria.
Nem de nada.
Só precisa trabalhar.

Quem investe,
Quem faz o país crescer (porque, de certo, trabalhador não faz o país crescer...)
Precisa de segurança jurídica
Precisa de direito adquirido
Sobre tudo e sobre todos.

Segurança jurídica e direito adquirido...
Não, não são a mesma coisa!
O primeiro, deve ser consolidado.
O segundo, extinto.

Segurança jurídica e direito adquirido ou pimenta é colírio nos olhos dos outros

Segurança jurídica.

Que expressão bonita, pomposa, que foi cunhada para criar salvaguardas os direitos e os negócios dos investidores/especuladores.

Direito adquirido.

Que expressão asquerosa, que foi cunhada para definir, por exemplo, que uma pessoa que trabalha por longos trinta e cinco anos de sua vida saiba se, como e quando vai se aposentar.

Um verdadeiro absurdo, achar que tem que saber se, como e quando vai se aposentar...

Mas, por óbvio, é límpido, claro e, acima de tudo sagrado o direito de sentir-se seguro a quem investe e especula neste país.

Quem trabalha não precisa de segurança jurídica.
Nem de aposentadoria.
Nem de nada.
Só precisa trabalhar.

Quem investe,
Quem faz o país crescer (porque, de certo, trabalhador não faz o país crecer...)
Precisa de segurança jurídica
Precisa de direito adquirido
Sobre tudo e sobre todos.

Segurança jurídica e direito adquirido...
Não, não são a mesma coisa!
O primeiro, deve ser consolidado.
O segundo, extinto.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Novo presidente do Banco Central

O novo presidente do Banco Central do Brasil - BACEN é Ilan Goldfajn, economista-chefe e sócio do banco Itaú Unibanco. Não creio que, por ser banqueiro, ele vá representar os interesses dos bancos em sua atuação no Banco Central. Afinal, as raposas sabem muito bem representar os interesses das galinhas!

Mas vá lá. Pelo menos, assim, o banco central de Pindorama se parece mais com o famoso banco central americano (o Federal Reserve - FED). O nosso não fede (desculpe, não pude evitar a piada rasteira, mas que tem um fundinho de verdade, desde a trilhonária ajuda aos bancos americanos em 2008-9, nada comparável ao nosso PROER), mas mesmo se parecendo com a contraparte famosa, verificam-se algumas diferenças... pelo menos uma:

O FED é um banco central privado com ares de público. O BACEN é público com ares (ou ventos) de privado.